1º Sorteio: O Conto da Aia! Participe!

Olá queridos leitores!

Mais uma novidade no nosso Grupo de Leitores! Todo dia 20 divulgaremos o livro que será sorteado no mês, agora em Julho teremos O Conto da Aia! 🎉

No dia 25 de cada mês sortearemos um livro para os Leitores Apaixonados que estão com sua assinatura ativa. Quer saber como ganhar? Torne-se um Leitor Apaixonado, por apenas R$1 para os primeiros assinantes! 🤩

O livro que iremos sortear neste mês será o que deu origem ao seriado O Conto da Aia, ganhador de vários prêmios, e que terminou a 4ª temporada recentemente. Confira o trailer abaixo:

Conheça também mais detalhes sobre a história:

O romance distópico O conto da aia, de Margaret Atwood, se passa num futuro muito próximo e tem como cenário uma república onde não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes. As universidades foram extintas. Também já não há advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados criminosos são fuzilados e pendurados mortos no Muro, em praça pública, para servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Para merecer esse destino, não é preciso fazer muita coisa – basta, por exemplo, cantar qualquer canção que contenha palavras proibidas pelo regime, como “liberdade”. Nesse Estado teocrático e totalitário, as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes. O nome dessa república é Gilead, mas já foi Estados Unidos da América. Uma das obras mais importantes da premiada escritora canadense, conhecida por seu ativismo político, ambiental e em prol das causas femininas, O conto da aia foi escrito em 1985 e inspirou a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original), produzida pelo canal de streaming Hulu em 2017. As mulheres de Gilead não têm direitos. Elas são divididas em categorias, cada qual com uma função muito específica no Estado. A Offred coube a categoria de aia, o que significa pertencer ao governo e existir unicamente para procriar, depois que uma catástrofe nuclear tornou estéril um grande número de pessoas. E sem dúvida, ainda que vigiada dia e noite e ceifada em seus direitos mais básicos, o destino de uma aia ainda é melhor que o das não-mulheres, como são chamadas aquelas que não podem ter filhos, as homossexuais, viúvas e feministas, condenadas a trabalhos forçados nas colônias, lugares onde o nível de radiação é mortífero. Com esta história assustadora, Margaret Atwood leva o leitor a refletir sobre liberdade, direitos civis, poder, a fragilidade do mundo tal qual o conhecemos, o futuro e, principalmente, o presente. 

Gostaria de ter chance de ganhar este livro? Participe do sorteio! 🤩

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